Como referenciar este texto: MakerNews: As 10 principais notícias de Educação em 28/11/2025. Rodrigo Terra. Publicado em: 29/11/2025. Link da postagem: https://www.makerzine.com.br/noticias/makernews-as-10-principais-noticias-de-educacao-em-28-11-2025/.
MEC realiza seminário do Compromisso Toda Matemática
O Ministério da Educação realizou um seminário dedicado ao Compromisso Toda Matemática, iniciativa voltada ao fortalecimento do ensino de matemática na educação básica. O encontro reuniu gestores, especialistas e representantes de redes de ensino para discutir estratégias de melhoria da aprendizagem e de enfrentamento das defasagens nessa área, em um contexto de preocupação com o desempenho dos estudantes brasileiros na disciplina.
Durante o seminário, foram apresentadas ações e diretrizes do compromisso, com foco no apoio a redes estaduais e municipais para o aprimoramento de práticas pedagógicas em matemática. As discussões envolveram a organização do trabalho docente, a oferta de materiais e recursos de apoio, bem como o alinhamento a políticas nacionais de avaliação e acompanhamento da aprendizagem, buscando tornar o ensino mais efetivo e sistemático.
O público-alvo da iniciativa inclui gestores educacionais, equipes técnicas das secretarias de educação, professores de matemática e demais profissionais da educação básica. A proposta é orientar e apoiar esses atores na implementação de estratégias que contribuam para a melhoria dos resultados dos estudantes, promovendo maior equidade nas oportunidades de aprendizagem em diferentes contextos e regiões do país.
Como implicações práticas, o seminário aponta para a necessidade de planejamento articulado entre União, estados e municípios, além do investimento em formação docente continuada e no uso de evidências educacionais para orientar decisões pedagógicas. A partir das discussões, espera-se que as redes de ensino possam estruturar planos e ações concretas para qualificar o ensino de matemática, com foco na aprendizagem dos estudantes e na redução das desigualdades educacionais.
Fonte: Ministério da Educação
ANO LETIVO 2026 – Edital de Matrículas da Rede Municipal de Ensino já está disponível no Diário Oficial desta sexta-feira, 28
O edital de matrículas para o ano letivo de 2026 da Rede Municipal de Ensino foi disponibilizado no Diário Oficial desta sexta-feira, 28. O documento reúne as orientações oficiais para o processo de ingresso e rematrícula dos estudantes na rede municipal, estabelecendo os prazos, os critérios de atendimento e a documentação exigida para as famílias interessadas.
A publicação no Diário Oficial confere transparência e publicidade às normas que vão organizar o ano letivo de 2026, permitindo que gestores escolares, equipes pedagógicas e famílias planejem com antecedência a participação dos estudantes na rede municipal. O edital se torna referência para o trabalho das unidades escolares, orientando o fluxo de matrículas e o atendimento à demanda por vagas.
O público-alvo principal do edital são pais, responsáveis e estudantes que desejam ingressar ou permanecer na rede municipal, além de profissionais da educação que precisam seguir as diretrizes definidas pelo município. O acesso às informações oficiais auxilia na compreensão dos procedimentos, reduz dúvidas e favorece um processo mais equânime de distribuição das vagas.
Na prática, a disponibilização antecipada do edital orienta as famílias a se organizarem quanto a prazos e documentação e apoia as escolas na definição de turmas e no planejamento do ano letivo. A consulta ao texto integral no Diário Oficial é fundamental para que todos os envolvidos sigam corretamente as orientações estabelecidas pelo município para o ano letivo de 2026.
Secretaria de Educação anuncia pagamento do Prêmio de Participação e Engajamento do Saeb 2025 às escolas estaduais
A Secretaria de Educação anunciou o pagamento do Prêmio de Participação e Engajamento do Saeb 2025 às escolas estaduais, destacando a importância da adesão das unidades escolares às avaliações externas. A iniciativa está vinculada ao Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que coleta dados de desempenho estudantil e de contexto escolar para orientar políticas públicas e ações pedagógicas nas redes de ensino.
Do ponto de vista educacional, o prêmio busca incentivar uma cultura de monitoramento e uso de dados, estimulando que gestores, professores e estudantes valorizem a participação nas avaliações como parte do processo de melhoria contínua da aprendizagem. A medida reforça a ideia de que a avaliação em larga escala não é apenas instrumento de ranqueamento, mas um recurso para identificar desafios, planejar intervenções pedagógicas e acompanhar o impacto de metodologias e estratégias didáticas.
O público-alvo direto da iniciativa são as escolas estaduais que participam do Saeb, incluindo equipes gestoras, docentes e estudantes, mas seus efeitos também atingem as secretarias regionais, formuladores de políticas educacionais e comunidades escolares em geral. Ao atrelar reconhecimento e premiação ao engajamento, a Secretaria busca envolver todos esses atores na consolidação de uma cultura avaliativa mais consistente.
Na prática, a perspectiva é que o pagamento do prêmio funcione como mecanismo de valorização institucional e motivação para aumentar taxas de participação, qualidade da organização interna para as provas e uso dos resultados para replanejamento pedagógico. As escolas podem, assim, incorporar os dados do Saeb em seus projetos político-pedagógicos, alinhar ações formativas e fortalecer estratégias de ensino que respondam de forma mais precisa às necessidades diagnosticadas pelas avaliações.
Aos 200 anos, escola mais antiga do Brasil guarda histórias de bilhetes secretos e ex-alunos ilustres como Clarice Lispector e Ariano Suassuna
A reportagem aborda os 200 anos da escola considerada a mais antiga do Brasil, destacando sua trajetória histórica, os espaços físicos preservados e as memórias que atravessam diferentes gerações. O texto relembra episódios do cotidiano escolar, como bilhetes secretos trocados entre estudantes, e resgata o ambiente formativo de uma instituição que acompanhou transformações políticas, sociais e culturais ao longo de dois séculos.
Entre os principais elementos de destaque está a lista de ex-alunos ilustres, que inclui nomes como Clarice Lispector e Ariano Suassuna, reforçando a relevância da escola na formação intelectual e artística do país. A matéria evidencia como a instituição se tornou um polo de produção de conhecimento e de circulação de ideias, contribuindo para o desenvolvimento da educação e da cultura brasileiras.
O público-alvo do texto abrange educadores, historiadores, ex-alunos e interessados em memória e patrimônio educacional, que encontram na narrativa um retrato da importância simbólica e social da escola. Ao recuperar histórias pessoais e coletivas, a reportagem convida à reflexão sobre o papel das instituições centenárias na preservação da identidade e na construção de projetos educativos para o futuro.
Em termos de implicações práticas, a matéria sugere a necessidade de valorização de acervos escolares, arquivos e relatos de ex-estudantes como fontes de pesquisa e como ferramentas pedagógicas. A experiência dessa escola bicentenária pode inspirar outras instituições a reconhecerem e utilizarem sua própria história como recurso educativo, fortalecendo o vínculo entre passado, presente e inovação na educação.
Prêmio Dra. Petronilha encerra 3º Encontro Estadual de Educação Antirracista
O 3º Encontro Estadual de Educação Antirracista foi encerrado com a entrega do Prêmio Dra. Petronilha, iniciativa que simboliza o reconhecimento de práticas e ações voltadas ao combate ao racismo no ambiente educacional. O evento reuniu participantes comprometidos com a promoção da igualdade racial nas escolas e demais espaços formativos, destacando experiências que valorizam a história e a cultura afro-brasileira.
O prêmio reforça a importância de uma educação antirracista como eixo estruturante das políticas pedagógicas, incentivando escolas, educadores e instituições a incorporarem de forma sistemática a temática racial em projetos, currículos e ações formativas. Ao celebrar experiências bem-sucedidas, o encontro contribui para dar visibilidade a estratégias que enfrentam discriminações e promovem justiça social no cotidiano escolar.
Voltado principalmente a profissionais da educação, gestores, estudantes e comunidades escolares, o 3º Encontro Estadual de Educação Antirracista funcionou como espaço de troca de conhecimentos e fortalecimento de redes de colaboração. A premiação Dra. Petronilha atua como estímulo para que mais educadores desenvolvam iniciativas intencionais de combate ao racismo, ampliando o repertório de práticas pedagógicas comprometidas com a equidade.
Como implicação prática, o reconhecimento das experiências premiadas tende a inspirar a formulação de novos projetos, formações continuadas e políticas institucionais orientadas pela perspectiva antirracista. Dessa forma, o Prêmio Dra. Petronilha e o encontro estadual contribuem para consolidar uma cultura educacional que valoriza a diversidade, revisa práticas excludentes e fortalece o compromisso com os direitos humanos na educação.
Ações estruturais e contínuas para uma educação antirracista
O artigo aborda a necessidade de ações estruturais e contínuas para consolidar uma educação antirracista, ressaltando que não se trata de iniciativas pontuais ou comemorativas, mas de um compromisso permanente das instituições de ensino. O texto discute o contexto histórico do racismo no ambiente escolar e a importância de reconhecer como práticas, currículos e relações cotidianas podem reproduzir desigualdades raciais.
No campo do impacto educacional, o material enfatiza que uma educação antirracista implica rever conteúdos, materiais didáticos e formas de avaliação, incorporando a história e a cultura de populações negras e de outros grupos racializados de forma crítica e respeitosa. Destaca-se que essa revisão curricular impacta diretamente a qualidade da aprendizagem, o sentimento de pertencimento e a construção de identidades positivas entre estudantes.
O público-alvo das reflexões inclui gestores escolares, docentes, equipes técnicas, formuladores de políticas públicas e demais profissionais da educação. O texto aponta que a responsabilidade por práticas antirracistas é coletiva e envolve tanto a formação inicial quanto a formação continuada desses atores, além do diálogo sistemático com famílias e comunidades.
Entre as implicações práticas, o artigo sublinha a importância de políticas institucionais claras, formação permanente em relações étnico-raciais, revisão de materiais pedagógicos, criação de protocolos para enfrentamento ao racismo e monitoramento constante dos resultados. Ressalta ainda que a transformação só se sustenta quando essas ações passam a fazer parte da estrutura e da rotina da escola, orientando decisões pedagógicas, gestão de pessoas e uso de recursos de forma comprometida com a equidade racial.
Lançado programa de educação cidadã e para sustentabilidade
Foi lançado um programa de educação cidadã voltado para a sustentabilidade, articulado pelo Ministério da Educação. A iniciativa está inserida no contexto de fortalecimento de políticas públicas que integrem formação cidadã, preservação ambiental e desenvolvimento sustentável, alinhando a educação básica e superior a agendas contemporâneas de responsabilidade social e ambiental.
Do ponto de vista do impacto educacional, o programa busca incorporar de forma mais sistemática conteúdos, projetos e práticas ligadas à cidadania e à sustentabilidade no cotidiano das instituições de ensino. A proposta tende a incentivar abordagens interdisciplinares, o protagonismo estudantil e a reflexão crítica sobre os desafios socioambientais, contribuindo para currículos mais contextualizados e conectados à realidade local e global.
O público-alvo inclui redes de ensino, gestores educacionais, professores e estudantes, que passam a contar com diretrizes e ações estruturadas para trabalhar temas de cidadania, ética, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. A iniciativa também dialoga com a comunidade escolar ampliada, envolvendo famílias, organizações sociais e outros atores do território.
Entre as implicações práticas, o programa pode estimular a criação e o fortalecimento de projetos pedagógicos voltados à educação ambiental, ações de participação social, atividades colaborativas e parcerias interinstitucionais. A implementação tende a demandar formação continuada de educadores, revisão de planos de ensino e adoção de práticas que conectem teoria e prática, incentivando uma cultura escolar comprometida com a sustentabilidade e a responsabilidade cidadã.
Fonte: Ministério da Educação
Aluna de 13 anos agride colega com socos e chutes na saída de escola no litoral de SP; VÍDEO
A notícia relata um episódio de violência entre estudantes na saída de uma escola no litoral de São Paulo, em que uma aluna de 13 anos agride uma colega com socos e chutes, ação que foi registrada em vídeo. O foco do relato está na descrição do conflito físico entre as alunas e no fato de a cena ter sido gravada e divulgada, chamando a atenção para a gravidade da agressão e para o ambiente de tensão no entorno da unidade escolar.
Do ponto de vista educacional, o caso evidencia desafios relacionados à convivência escolar, gestão de conflitos e prevenção à violência entre estudantes. Embora a notícia não trate diretamente de tecnologias educacionais, metodologias ativas ou inovações educacionais, o episódio reforça a necessidade de práticas pedagógicas e projetos institucionais que favoreçam o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, cultura de paz e resolução não violenta de conflitos no contexto escolar.
O tema diz respeito principalmente à comunidade escolar envolvida — alunos, famílias, professores, gestores e equipes de apoio —, mas também interessa a formuladores de políticas públicas e profissionais que atuam com educação básica. A repercussão do vídeo amplia o alcance do episódio para além da escola, trazendo a discussão para a sociedade sobre segurança no ambiente escolar, responsabilidade dos adultos e apoio institucional para o enfrentamento de situações de agressão entre pares.
Como implicação prática, o caso pode servir de ponto de partida para ações de revisão de protocolos escolares, formação continuada de educadores em mediação de conflitos e implementação de projetos de convivência que incluam escuta ativa dos estudantes. Também indica a necessidade de articulação entre escola, família e redes de proteção social para acompanhamento das alunas envolvidas e prevenção de novos episódios de violência.
Prazo para aderir ao Novo Pronacampo acaba domingo (30)
O Ministério da Educação informou que o prazo para que redes de ensino e gestores educacionais façam a adesão ao Novo Pronacampo se encerra no domingo, dia 30. O programa é voltado à educação do campo e reúne um conjunto de ações de apoio, fortalecimento e estruturação das escolas situadas em áreas rurais, respeitando as especificidades desses territórios. A notícia destaca a urgência na tomada de decisão por parte dos sistemas de ensino que desejam integrar o programa nessa etapa.
Do ponto de vista do impacto educacional, o Novo Pronacampo busca melhorar as condições de oferta escolar no campo, o que inclui apoio pedagógico, organização curricular adequada ao contexto rural e fortalecimento da permanência dos estudantes. A iniciativa é apresentada como estratégica para reduzir desigualdades entre escolas urbanas e rurais, ampliando o acesso a políticas educacionais específicas e a melhores condições de ensino e aprendizagem para crianças, jovens e adultos do campo.
O público-alvo direto da política são as redes públicas de educação básica que mantêm escolas em áreas rurais, bem como gestores estaduais e municipais responsáveis pela adesão ao programa dentro do prazo estabelecido. Indiretamente, estudantes, professores, equipes pedagógicas e comunidades do campo são beneficiados, na medida em que o programa cria condições para projetos educativos mais alinhados às realidades locais.
Entre as implicações práticas destacadas, a adesão dentro do prazo é condição para que estados e municípios acessem o conjunto de ações e recursos previstos pelo Novo Pronacampo. A notícia sugere que as secretarias de educação organizem rapidamente os procedimentos administrativos necessários, revisem o cadastro das escolas rurais e atualizem informações nos sistemas oficiais, garantindo assim participação efetiva no programa e melhor planejamento das políticas para a educação do campo.
Fonte: Ministério da Educação
MEC lança curso online de educomunicação e clima
O Ministério da Educação (MEC) lançou um curso online de educomunicação e clima, ampliando a oferta de formação a distância na interface entre educação, comunicação e questões climáticas. A iniciativa se insere na agenda de políticas públicas que buscam fortalecer o debate sobre mudanças climáticas no ambiente educacional, com foco na produção e circulação de informação qualificada em linguagem acessível.
Do ponto de vista do impacto educacional, o curso propõe aproximar educadores e estudantes de práticas de educomunicação voltadas ao clima, estimulando a leitura crítica de conteúdos midiáticos e o desenvolvimento de projetos educativos que abordem o tema de forma contextualizada. A proposta reforça a ideia de que a escola é um espaço estratégico para formação cidadã em temas ambientais e climáticos, articulando currículo, comunicação e participação social.
O público-alvo inclui principalmente profissionais da educação, estudantes e demais interessados em aprofundar conhecimentos sobre educomunicação e clima por meio de uma trilha formativa online. Ao oferecer essa formação em formato digital, o MEC amplia o acesso e possibilita que diferentes regiões do país se envolvam em processos formativos alinhados às demandas contemporâneas de educação para a sustentabilidade.
Entre as implicações práticas, o curso tende a apoiar a criação de projetos pedagógicos e ações comunicacionais nas escolas e redes de ensino, contribuindo para que temas climáticos sejam trabalhados de forma interdisciplinar e crítica. Isso pode resultar em maior engajamento de comunidades escolares na discussão sobre mudanças climáticas, na construção de materiais educativos e em iniciativas locais de sensibilização e mobilização em torno da pauta ambiental.
Fonte: Ministério da Educação