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Redação – REDAÇÃO UNESP: tema “Nacionalismo nas sociedades contemporâneas: proteção das identidades nacionais ou intolerância étnica?” (Plano de aula – Ensino médio)

Como referenciar este texto: Redação – REDAÇÃO UNESP: tema “Nacionalismo nas sociedades contemporâneas: proteção das identidades nacionais ou intolerância étnica?” (Plano de aula – Ensino médio). Rodrigo Terra. Publicado em: 11/02/2026. Link da postagem: https://www.makerzine.com.br/educacao/redacao-redacao-unesp-tema-nacionalismo-nas-sociedades-contemporaneas-protecao-das-identidades-nacionais-ou-intolerancia-etnica-plano-de-aula-ensino-medio/.


 
 

Propomos uma leitura crítica de textos que discutem proteção de identidades nacionais versus intolerância étnica, com ênfase em evidências históricas, dados sociais e implicações éticas.

A prática pedagógica prioriza metodologias ativas, participação estudantil e produção textual estruturada, aliando teoria e prática com evidências de mundo real, como debates, leituras e exploração de fontes abertas.

A integração com História, Sociologia e Português fortalece a compreensão multimodal do tema e prepara o estudante para o vestibular com uma visão crítica da nacionalidade.

 

Objetivos de Aprendizagem

Objetivos de Aprendizagem

  • Compreender o conceito de nacionalismo nas sociedades contemporâneas e suas diferentes formas de mobilização.
  • Analisar textos que discutem proteção de identidades nacionais versus intolerância étnica, identificando argumentos centrais e falácias.
  • Elaborar uma dissertação argumentativa em formato de vestibular, com introdução, desenvolvimento organizado e conclusão, com uso adequado de evidências.

Neste plano de aula, o estudante será exposto a conceitos de nacionalismo, cidadania e identidade de forma crítica, reconhecendo diferentes formas de mobilização cívica e seus impactos sociais.

Ao analisar textos, o estudante desenvolverá a habilidade de identificar argumentos centrais, distinguir entre proteção de identidades nacionais e exclusão étnica, e reconhecer falácias comuns.

A prática de escrita será orientada para produzir uma dissertação argumentativa estruturada, com introdução, desenvolvimento e conclusão apoiados em evidências históricas, dados empíricos e fontes abertas.

O curso enfatizará metodologias ativas, como debates, leituras guiadas e produção textual, fomentando a reflexão crítica sobre como a nacionalidade se articula com diversidade e direitos humanos.

 

Materiais utilizados

Materiais utilizados

O conjunto de materiais recomenda uma base aberta de textos sobre nacionalismo, identidades nacionais e intolerância, com acesso livre para todos os estudantes. Esses recursos permitem uma leitura crítica e fundamentada das questões que envolvem proteção de identidades nacionais versus exclusão.

Entre os recursos, destacam-se textos-base impressos ou digitais que podem ser acessados online sem barreiras, incluindo artigos e ensaios que apresentem diferentes perspectivas sobre identidade e cidadania.

Além disso, utiliza-se uma seleção de recursos digitais abertos de universidades públicas e de pesquisa, como SciELO e repositórios institucionais da USP, Unicamp, UFMG, UFSC, UFRJ, entre outros, que oferecem dados, estudos de caso e evidências históricas relevantes.

Para avaliação e acompanhamento, incluímos rubrica de avaliação para dissertação e planilha de registro de desempenho, bem como materiais de apoio didático: quadro branco, marcadores, blocos de notas, computador com internet e projetor, contribuindo para atividades de leitura, debate e produção textual.

 

Metodologia utilizada e justificativa

Metodologias ativas e justificativa

As metodologias ativas são escolhidas para estimular o pensamento crítico, a construção de conhecimento a partir de situações reais e a participação autônoma dos estudantes. Este plano coloca o aluno como protagonista, promovendo reflexão, responsabilidade e a capacidade de sustentar argumentos sobre nacionalismo e identidades.

Debates orientados com perguntas norteadoras ajudam a contextualizar o tema e a exercitar a habilidade de argumentar: O que o nacionalismo hoje representa? Há espaço para discursos patrióticos mesmo depois de nazismo e fascismo? Por quê?

A aprendizagem baseada em problemas (PBL) orienta a construção de uma dissertação a partir de fontes diversificadas, com avaliação de evidências, comparação de perspectivas e fundamentação de posições com dados históricos, sociais e éticos.

O trabalho colaborativo com rotação de funções (pesquisador, redator, revisor de estilo) desenvolve leitura crítica, organização textual e expressão escrita, enquanto a interdisciplinaridade com História e Sociologia favorece a compreensão das identidades nacionais no interior de contextos históricos e sociais variados.

 

Desenvolvimento da aula – Preparo e introdução

Desenvolvimento da aula – Preparo e introdução

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O desenvolvimento de uma aula eficaz começa pela etapa de preparo, que define o tom, as fontes e as perguntas que guiarão a discussão. A organização do conteúdo com clareza ajuda a manter o foco dos estudantes e a alinhar as expectativas com os objetivos de aprendizagem.

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Preparo fora da sala: selecione 2-3 textos de acesso aberto que apresentem perspectivas contrastantes sobre o tema, elabore uma rubrica de avaliação, planeje atividades que promovam participação e prepare perguntas de discussão que estimulem argumentos fundamentados.

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Na fase de introdução da aula (aproximadamente 10 minutos), comece apresentando o tema, contextualização histórica e social, e esclareça a tarefa a ser desenvolvida, incluindo a formação de pequenos grupos para a circulação das ideias e a construção de pontos de vista com evidências.

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Para consolidar o aprendizado, use estratégias ativas que conectem leitura crítica, produção textual e debate ético, oferecendo apoio de fontes abertas e promovendo revisão entre pares. Esse fechamento inicial orienta o restante da sequência pedagógica até a avaliação final.

 

Atividade principal

Atividade principal

Nesta atividade, os estudantes farão uma leitura orientada de 2-3 textos que apresentam perspectivas contrastantes sobre nacionalismo e identidades, com foco na identificação de premissas e vieses.

Em grupos, os alunos discutirão evidências, comparar argumentos e registrar contra-argumentos que sustentem ou refutem a proteção explícita das identidades nacionais versus a intolerância étnica.

Na etapa de escrita, cada aluno produzirá um rascunho da dissertação com uma estrutura clara (introdução, desenvolvimento, conclusão) e conectivos que articulam relações entre ideias.

A revisão entre pares será integrada: colegas analisam coesão, clareza, uso de evidências históricas e dados sociais, devolvendo feedback para aprimorar o texto antes da versão final.

 

Avaliação / Feedback e Observações

Avaliação / Feedback e Observações tem papel central na consolidação de competências discursivas. O plano define uma rubrica que avalia coerência argumentativa, organização textual, uso de evidências e linguagem formal adequada ao formato vestibular.

O feedback formativo é apresentado com ações de melhoria bem delineadas e um planejamento de revisões iterativas, que orienta o aluno a identificar pontos a fortalecer e a planejar mudanças no texto.

Observações sobre o tema reforçam a importância do respeito à diversidade, ética na argumentação e cidadania, assegurando que a discussão sobre nacionalismo não esteja desassociada de responsabilidade social e contextualização histórica.

Para a prática docente, recomenda-se a construção de ciclos de feedback, com rubrica alinhada aos critérios de avaliação, momentos de revisão entre pares e atividades que conectem teoria a evidências concretas, preparando o estudante para o vestibular e para a leitura crítica de fontes.

Além disso, a avaliação deve acompanhar a progressão do aluno ao longo do percurso, com registro de avanços, estratégias de ajuste pedagógico e materiais de apoio que promovam autonomia na produção de dissertações argumentativas sobre identidades nacionais e tolerância.

 

Resumo para alunos

Resumo para alunos

O nacionalismo contemporâneo envolve a defesa de identidades nacionais, mas exige leitura crítica para evitar excluir grupos minoritários ou promover intolerância. É importante reconhecer que a nação pode conviver com diversidade sem abrir mão de valores compartilhados.

A construção de uma dissertação argumentativa para o vestibular deve apresentar uma tese clara, sustentar cada argumento com evidências e utilizar conectivos que organizem o raciocínio de forma coesa e persuasiva.

A interdisciplinaridade fortalece a compreensão: História oferece bases sobre como identidades se formam ao longo do tempo; Sociologia analisa dinâmicas sociais; Português orienta a clareza de expressão, a precisão lexical e a consistência estrutural do texto.

Para o UNESP, são úteis estratégias como leitura crítica de fontes, rascunhos estruturados, revisão cuidadosa de coesão e coerência, além de planejamento textual que priorize uma linha de argumento clara do início ao fim.

 

Rodrigo Terra

Com formação inicial em Física, especialização em Ciências Educacionais com ênfase em Tecnologia Educacional e Docência, e graduação em Ciências de Dados, construí uma trajetória sólida que une educação, tecnologias ee inovação. Desde 2001, dedico-me ao campo educacional, e desde 2019, atuo também na área de ciência de dados, buscando sempre encontrar soluções focadas no desenvolvimento humano. Minha experiência combina um profundo conhecimento em educação com habilidades técnicas em dados e programação, permitindo-me criar soluções estratégicas e práticas. Com ampla vivência em análise de dados, definição de métricas e desenvolvimento de indicadores, acredito que a formação transdisciplinar é essencial para preparar indivíduos conscientes e capacitados para os desafios do mundo contemporâneo. Apaixonado por café e boas conversas, sou movido pela curiosidade e pela busca constante de novas ideias e perspectivas. Minha missão é contribuir para uma educação que inspire pensamento crítico, estimule a criatividade e promova a colaboração.

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